Meu escritório, minha casa

Meu escritório, minha casa

   

Um dos impactos mais palpáveis trazidos pela tecnologia IP para nossas vidas foi a possibilidade de trabalho remoto. O conceito de home office, que há alguns anos parecia utópico, hoje já se tornou uma realidade em muitas empresas em todo o mundo, inclusive no Brasil. Trabalhar em casa hoje é uma possibilidade real para qualquer função que não exija interação pessoal com o cliente, o que, convenhamos, é muita coisa.

 

E isso só é possível graças à evolução da internet, da disponibilidade cada vez maior de serviços baseados na tecnologia IP e na oferta crescente de banda larga em todo o País. Serviços como telefonia via IP, por exemplo, não só facilitam a comunicação de profissionais em escritórios estabelecidos fora das grandes companhias, como também habilitam profissionais autônomos a atenderem seus clientes com a infraestrutura necessária para a entrega de excelentes serviços, a custos reduzidos.

A cobertura e a velocidade oferecidas pelas operadoras no Brasil ainda não são as ideais, mas já permitem colocar os profissionais brasileiros por dentro desta tendência, que é global.

Um estudo recentemente divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo Eurofund – “Trabalhar a qualquer hora, em qualquer lugar: efeitos sobre o mundo do trabalho” – mostra que adesão ao trabalho remoto vem crescendo em todo o mundo. Na França, o percentual de profissionais que utilizam o modelo subiu de 7%, em 2007, para 12,4%, em 2012. Na Suécia, o índice de empresas que adotam o modelo saltou de 36%, em 2003, para 51%, em 2014.

Mais que os percentuais, o estudo aponta que o também chamado teletrabalho conta com vantagens como maior flexibilidade para organizar o trabalho, mais autonomia e produtividade e redução no tempo de deslocamento para o trabalho, o que resulta em uma vida mais equilibrada. De outro lado, há uma tendência a se misturar vida privada e profissional, isolamento e a tendência de se trabalhar mais horas do que no escritório.

No Brasil, uma outra pesquisa, esta realizada pela Robert Half, aponta que o uso de home office vem crescendo a uma velocidade maior que em outros países. Realizado em 2015, o estudo apontou que 44% dos diretores de RH brasileiros reconheceram que suas empresas passaram a permitir que seus funcionários trabalhassem e maneira remota.

Além disso, os gestores mostraram uma visão positiva em relação ao modelo: 75% deles disseram eu dar mais autonomia aos funcionários – o que inclui trabalho remoto, flexibilidade de horário ou menos supervisão direta – os deixa mais produtivos, o que é melhor para a empresa. E mais de 50% defendem que o modelo também aumenta a criatividade, a capacidade de gerenciar e a colaboração com os demais funcionários.

Muitas empresas também já perceberam que a esses ganhos de produtividade, somam-se a satisfação do colaborador e a redução de custos operacionais, fator que ganha importância em tempos de turbulência econômica e busca constante por aumento de rentabilidade.

Os argumentos são fortes e a tecnologia está aí, cada dia mais permitindo que levemos nossos escritórios em nossos smartphones e celulares para onde formos. Quanto mais utilizarmos, mais seremos capazes de identificar possíveis problemas e corrigi-los, tornando o modelo de home office algo que seja vantajoso para empresas e profissionais.

*Jobson Andrade é diretor-executivo da Asteriks Soluções Inteligentes de TI

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